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Tragédias Anunciadas, até quando Brasil?

Infelizmente o ano de 2019 começou de forma trágica para o povo brasileiro, a triste sucessão de “acidentes” ocorridos em um curto período de tempo, deixou a população consternada, e perplexa com as coincidências entre situações similares em um passado recente.

O processo de industrialização trouxe conforto à vida moderna com a produção de bens de consumo em larga escala. Grande parte desses insumos tem na sua formulação produtos químicos que passaram a ser produzidos em larga escala.

A despeito das etapas do processo que envolve produção e distribuição de substâncias químicas, quais sejam a transformação, o transporte, o armazenamento e o manuseio, apesar das ferramentas de controle disponíveis, não é possível eliminar 100% dos riscos de ocorrência de acidentes.

O Presidente da República anunciou na segunda-feira, dia 07/01/19, a confirmação do fim do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), instituição criada no ano de 1930 (há 88 anos), pelo governo Getúlio Vargas. Com isso, muitas questões pairam pelo ar, como por exemplo o impacto que essa ação pode gerar no cumprimento das Normas Regulamentadoras (NRs).

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No mês de Agosto, São Paulo sediou o 17º congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Industria Química (ABIQUIM), onde nesta edição recebeu um público recorde contando com a profissionais da indústria, órgãos governamentais, ONG’s, sindicatos.

O evento teve como tema central a “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, onde foram promovidos diversos debates com temáticas relacionadas.

Os temas dos maiores debates foram:

Em outubro foi realizado o evento “Prêmios para as mulheres brasileiras em química e ciências relacionadas” no auditório principal da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

A cerimônia não teve como único objetivo a entrega dos prêmios, mas também levantar uma discussão a respeito do papel das mulheres na pesquisa científica no Brasil e no mundo, com foco na área de química e ciências relacionadas. Apesar de 50% das produções científicas brasileiras no mundo serem de autoria feminina (Elsevier, 2017), a participação de mulheres na ciência não passa de 30%. Não só isso, mesmo com o alto número de profissionais com cursos de mestrado e doutorado, muitas dificuldades são apresentadas para as mulheres que desejam construir uma carreira científica e ocupar cargos de alto nível em instituições, como: o preconceito de gênero, a falta de preparação para liderar e o planejamento familiar, este último que muitas vezes exige das pesquisadoras fazer a escolha entre a carreira acadêmica ou a família.

 

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